segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Ribeira de Nisa (Portalegre):
igreja de Nossa Senhora da Esperança
retábulo principal e colaterais
dedicados a Santo António e Nossa Senhora de Fátima (antigamente São Brás)







Fortios (Portalegre):
igreja de São Sebastião
retábulo da capela-mor





Reguengo (Portalegre):
igreja de São Gregório Magno
retábulos laterais dedicados a Santo António e a Nossa Senhora dos Remédios




Reguengo (Portalegre):
igreja de São Gregório Magno
retábulo da capela-mor

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Retábulo lateral

Retábulo principal (pormenor)


Retábulo principal


Igreja da Misericórdia
(Alegrete)


Retábulo da capela de Nossa Senhora da Alegria



Retábulo da capela-mor



Vista dos retábulos da nave lateral norte



Vista da nave central

Igreja de São João Baptista
Lenda da Fonte do Martinho

(Castelo de Vide)



Versão de Castelo de Vide, contada por Maria Francisca, recolhida e publicada por Maria Guadalupe Transmontano Alexandre (1976) – Etnografia, Linguagem e Folclore de Castelo de Vide, Viseu, Junta Distrital de Portalegre: 61 – 62.



Havia uns reis que tinham uma filha que andava a namorar.
Como o pretendente à mão da princesa não era do agrado dos pais, eles resolveram encantá-la no lago do Martinho, o que fizeram de noite.
Simplesmente não viram que a um canto da fonte estava uma mulher agachada.
Como não havia relógios, ela levantou-se para ir lavar, julgando que era mais tarde.
Entre a meia-noite e a uma hora chegaram ao lago três pessoas: pai, mãe e filha.
Depois de ser confiada à princesa uma grande riqueza (deram-lhe dinheiro), foi encantada com a recomendação de oferecer o tesouro a quem a desencantasse.
Ao outro dia, logo a mulher que assistira à cena foi à fonte e bradou pela menina.
Esta acudiu, foi desencantada e disse-lhe:
“A tua riqueza podia ser a dobrar se tivesses esperado mais três ou quatro anos.”

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